Desde a Comic-Con de San Diego de julho do ano passado, Thor: Ragnarok, terceiro filme da franquia do deus nórdico, já vinha chamando bastante a atenção dos fãs da Marvel com suas imagens e artes conceituais divulgadas. Agora, o estúdio liberou o primeiro trailer do filme, que só chegará aos cinemas em novembro.
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sexta-feira, 14 de abril de 2017
sábado, 30 de julho de 2016
T2: Trainspotting 2 vem aí!
Com direção de Danny Boyle e mantendo o elenco original, Trainspotting ganhará uma sequência, pouco mais de 20 anos após o lançamento do primeiro filme. Trata-se de uma adaptação cinematográfica de outra obra do escritor escocês Irvine Welsh, desta vez, Porno, romance lançado em 2002, que retrata o envolvimento de Sick Boy, Renton, Spud e Begbie com o ramo da pornografia.
Um trailer foi divulgado essa semana, tendo como trilha a música "Lust for Life", de Iggy Pop, eternizada no filme de 1996. O vídeo, que mostra os personagens em uma plataforma de trem, é uma referência a uma cena de Trainspotting, quando os então jovens amigos, tentando abandonar o vício em heroína, viajam para o campo, por sugestão de Tommy - é claro que essa viagem não dura nada.
Um teaser já havia sido divulgado anteriormente, com a promessa de que o novo longa chegue aos cinemas em 27 de janeiro de 2017. Aguardemos, então, T2: Trainspotting 2!
domingo, 6 de março de 2016
Chris Rock no Oscar 2016: lacrou!
Muito bom o discurso de Chris Rock na abertura do Oscar 2016! Em sua fala na 88ª edição do evento, que ocorreu no último dia 28 de fevereiro, o ator abordou várias situações em que o racismo se faz presente, não apenas em Hollywood, mas cotidianamente.
sábado, 25 de junho de 2011
O dia de fúria de Dave Grohl
Definitivamente, Joel Schumacher não é dos meus diretores de cinema favoritos. Realmente, é difícil ter apreço pela criatura responsável pelo horripilante Batman & Robin - na minha opinião, um dos piores filmes de todos os tempos, com um George Clooney canastrão que só ele encarnando Bruce Wayne. Ok, Batman Forever já não foi grande coisa, mas pelo menos tinha Val Kilmer (ainda bonitão), dando um pouco mais de "dignidade" ao playboy herói de Gothan City.
Mas tenho que admitir que Schumacher tem lá seus méritos, já que dirigiu ao menos uns quatro filmes interessantes: Os garotos perdidos (The lost boys, de 1987, que não é bem um clássico sobre vampiros, mas é bem melhor que qualquer Crepúsculo), O Cliente (The Client, de 1994), Tempo de matar (A time to kill, de 1996, este e o anterior adaptações de livros de John Grishman) e, é claro, Um dia de fúria (Falling down, de 1993).
Com uma atuação inspirada de Michael Douglas, Um dia de fúria tem ótimas cenas - como a famosa cena da lanchonete -, que retratam inúmeras situações nas quais o homem contemporâneo, na vida caótica, estressante e fútil das grandes cidades se vê enredado e que acabam mesmo afetando sua saúde física e mental.
Em um videoclipe divertido - aliás, uma das características da banda - lançado no início do mês, o Foo Fighters presta uma homenagem ao filme de Schumacher. Cabe ao performático Dave Grohl o papel principal do vídeo para a canção "Walk", a faixa que fecha o ótimo CD Wasting Light. Tarefa que o experiente vocalista, por sinal, tira de letra.
Há até bastante fidelidade ao William Foster de Michael Douglas, inclusive no que diz respeito ao figurino, já que estão mantidos os óculos e a camisa branca com gravata listrada, só que em vez da bolsa com a arma, o protagonista aqui carrega um estojo com uma guitarra. Mas o vídeo do Foo Fighters ganha mesmo ao promover certas "atualizações". Repare na cara de reprovação do personagem de Grohl - como quem diz "esse mundo está perdido!" -, preso no engarrafamento, ao olhar os adesivos dos carros à sua frente, que demonstram apoio a Bush e admiração por Justin Bieber e Coldplay: uma ótima sacada.
Após passar por vários perrengues semelhantes aos do filme, o pobre Grohl ainda precisa enfrentar os companheiros de banda. O clipe, que você pode assistir no player abaixo, tem direção de Sam Jones.
Mas tenho que admitir que Schumacher tem lá seus méritos, já que dirigiu ao menos uns quatro filmes interessantes: Os garotos perdidos (The lost boys, de 1987, que não é bem um clássico sobre vampiros, mas é bem melhor que qualquer Crepúsculo), O Cliente (The Client, de 1994), Tempo de matar (A time to kill, de 1996, este e o anterior adaptações de livros de John Grishman) e, é claro, Um dia de fúria (Falling down, de 1993).
Com uma atuação inspirada de Michael Douglas, Um dia de fúria tem ótimas cenas - como a famosa cena da lanchonete -, que retratam inúmeras situações nas quais o homem contemporâneo, na vida caótica, estressante e fútil das grandes cidades se vê enredado e que acabam mesmo afetando sua saúde física e mental.
Em um videoclipe divertido - aliás, uma das características da banda - lançado no início do mês, o Foo Fighters presta uma homenagem ao filme de Schumacher. Cabe ao performático Dave Grohl o papel principal do vídeo para a canção "Walk", a faixa que fecha o ótimo CD Wasting Light. Tarefa que o experiente vocalista, por sinal, tira de letra.
Há até bastante fidelidade ao William Foster de Michael Douglas, inclusive no que diz respeito ao figurino, já que estão mantidos os óculos e a camisa branca com gravata listrada, só que em vez da bolsa com a arma, o protagonista aqui carrega um estojo com uma guitarra. Mas o vídeo do Foo Fighters ganha mesmo ao promover certas "atualizações". Repare na cara de reprovação do personagem de Grohl - como quem diz "esse mundo está perdido!" -, preso no engarrafamento, ao olhar os adesivos dos carros à sua frente, que demonstram apoio a Bush e admiração por Justin Bieber e Coldplay: uma ótima sacada.
Após passar por vários perrengues semelhantes aos do filme, o pobre Grohl ainda precisa enfrentar os companheiros de banda. O clipe, que você pode assistir no player abaixo, tem direção de Sam Jones.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Brilho fugaz
Lançado em 2003, exatamente 35 anos depois de Syd Barrett ter deixado o Pink Floyd, o documentário The Pink Floyd and Syd Barrett Story aborda os anos iniciais desta que foi uma das mais importantes bandas da história da música.Centrando-se na enigmática figura de Syd Barrett - que viria a falecer em 2006 (aos 60 anos, isolado do mundo)-, o filme mostra a importância do músico para a composição de canções como "Arnold Lane", "See Emily Play" e "Bike", do álbum The Piper at the Gates of Dawn (de 1967), um clássico do rock psicodélico. Como bem frisa o primeiro empresário da banda, Peter Jenner, Syd Barrett era o grande líder do Pink Floyd, já que até 1968 compôs a maioria das músicas, era o vocalista e também guitarrista, além de ter sido o responsável pela escolha do nome do grupo.
Porém, não tardaria para que o brilho de seu talento fosse ofuscado pelo consumo exagerado de LSD e o consequente processo de deterioração mental por que começou a passar. O comportamento imprevisível de Syd e a necessidade de honrar com os compromissos profissionais já assumidos levou o Pink Floyd ao recrutamento de David Gilmour (amigo de infância de Syd e Roger Waters) para o posto de vocalista do grupo. Depois de seu afastamento definitivo da banda, Syd Barrett ainda tentou investir em uma carreira solo e chegou a lançar dois álbuns, The Madcap Laughs (1970) e Barrett (1971).
Embora o Pink Floyd tenha alcançado maior sucesso fora do Reino Unido apenas a partir do álbum The Dark Side of The Moon, de 1973, ao assistir o documentário fica bastante evidente para o espectador como a convivência com Syd influenciou e continuou servindo de inspiração para o grupo. É o caso de álbuns como o próprio The Dark Side, Wish Were You Here (de 1975) e The Wall (de 1979), além, é claro, do filme baseado neste último, Pink Floyd: The Wall, dirigido por Alan Parker, em 1982.
Algumas cenas da película roteirizada por Roger Waters, como aquela em que o cigarro de Pink (magistralmente interpretado por Bob Geldof) se consome entre os dedos enquanto ele assiste televisão, a do seu olhar perdido enquanto compõe uma música ao piano e a tensa cena em que o personagem raspa os pelos do corpo, inclusive as sobrancelhas, foram claramente inspiradas nas atitudes de Syd Barrett. O episódio em que Syd aparece irreconhecível nas gravações do disco Wish Were You Here (feito em sua homenagem), bastante gordo e com os pelos do corpo raspados, aliás, é um dos mais chocantes da história do Pink Floyd e não deixa de ser explorado no documentário.
Além de depoimentos dos outros membros do Pink Floyd (David Gilmour, Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason) The Pink Floyd and Syd Barrett Story procurou ouvir outras pessoas que conheceram e admiraram o gênio criativo de Syd, como Bob Klose (que fez parte da primeira formação do Pink Floyd), sua antiga namorada Libby Chisman, Mike Leonard, o artista plástico Duggie Fields, e músicos como Robyn Hitchcock, Jerry Shirley (Humble Pie), Graham Coxon (Blur), entre outros. Pena é que o próprio Syd Barrett não tenha podido dar a sua versão da história.
Informações:
Título: The Pink Floyd and Syd Barrett Story.
Dirigido e produzido por John Edginton (Otmoor Productions).
Com músicas de Pink Floyd e Syd Barrett.
Lançamento em DVD: março de 2003 (UK).
Duração: 49 minutos.
Linguagem: Inglês (Legendas em Português).
Assista ao documentário no player abaixo:
Ou faça o download do video no prestimoso Arapa Rock Motor.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Aperitivo
Essa postagem é um "aperitivo" para futuros comentários meus sobre Tron: Legacy. Mas não só: ela é a primeira de várias outras que terão o propósito fútil de pura e simplesmente encher nossos olhos, amiga leitora, com alguns belos exemplares da espécie humana.
Satisfeita com Tron: Legacy, achei interessante iniciar esse novo segmento do blog (que, na verdade, já existia no My Headphone), Gostosuras ou travessuras?, com um dos astros do filme, Garrett Hedlund.
Clique nas imagens do post para ampliá-las e apreciá-las como se deve, hehe.

E antes que queiram me apedrejar por fazer um elogio aos dotes do rapaz, enquanto meio mundo o tem cruxificado, vamos a algumas considerações. O caso é que muita gente tem reclamado do desempenho de Garrett Hedlund em Tron: Legacy (aliás, tem muita gente reclamando do filme também). Dizem que o ator não tem carisma, não é adequado para o papel, etc. etc.
Garrett pode não ter a simpatia e a desenvoltura de Jeff Bridges quando este encarnou Kevin Flynn pela primeira vez, no Tron de 1982. Mas, sinceramente, não acho que sua atuação nesse novo Tron como Sam Flynn seja assim tão ruim. Não é uma maravilha, mas também não compromete. E, caramba, Jeff é Jeff! Ele é o cara! É até injusto fazer comparações.
Além do mais, esse não seria o primeiro caso de ator principal de filmes de ficção científica e afins cujo desmepenho não parece muito convincente. Antes de Hedlund, Hayden Christensen (que interpretou Anakin Skywalker nos episódios II e III de Star Wars) e Sam Worthington (Jake Sully em Avatar) sofreram bastante com as críticas, isso sem falar em Keanu Reeves (o Neo de Matrix), que, por sua falta de expressividade, já recebeu, ao longo da carreira, várias indicações ao Framboesa de Ouro de Pior Ator. E isso sempre vai acontecer, porque Tron e todos esses filmes que citei são feitos com o objetivo principal de entreter, divertir (e cumprem até bem esse papel), e para isso também precisam, dentre outras coisas, de protagonistas bonitões.
Só o que me revolta é que as pessoas realmente acham que Sam Worthington é um bom ator e que Avatar é o melhor filme da década. Sam Worthington? Avatar? Que piada! E aí começam a desprezar Tron, que, na MINHA OPINIÃO, é até mais legal que o filme de James Cameron. Avatar, assim como Tron: Legacy, é um bom filme pipoca, e não muito mais que isso. Por que é tão difícil que as pessoas entendam isso?
Mas, voltando a Garrett Hedlund...



No site Omelete, do qual sou leitora assídua há tempos, Érico Borgo publicou uma crítica interessante sobre Tron: Legacy. Apontou problemas no roteiro, comentou os efeitos especiais, as atuações. Não concordo com tudo o que foi dito, mas respeito a opinião de Borgo, porque o autor apresenta argumentos, em sua maioria, consistentes. Só achei forçada a referência a Garrett, no fim do texto:
"Já Garrett Hedlund... Esse surge como a próxima geração da canastrice, andando baloiçante, braços abertos no contra-luz, como se estivesse em um comercial de calça jeans dirigido por Michael Bay".
Engraçado. Se fosse uma mulher a andar rebolando ou com os peitos pulando para fora da roupa ninguém ligaria, ninguém pararia para tecer esse tipo de comentário, por mais vulgar que a cena fosse. Incrível como as pessoas são hipócritas. Todos (leia-se: a maioria do público, isto é, nerds do sexo masculino) só falam da beleza de Olivia Wilde e Beau Garrett. Já o intérprete de Sam Flynn é taxado de canastrão só porque exibe o material que Papai do Céu lhe deu. Cadê a justiça?
Caramba, só eu acho que o Garrett Hedlund fica um espetáculo de homem com aquela roupa colada no corpo?! Tron: Legacy merecia um Óscar de Melhor Figurino!






Vida longa ao mundo de neon e roupas colantes de Tron! Que a força esteja com os Flynn!
sábado, 20 de novembro de 2010
De arrepiar
Devo dizer que apesar de saber que David Fincher (Se7en, Fight Club, The Curious Case of Benjamin Button, entre outros) estava na direção, eu não levava fé nenhuma em The Social Network (A Rede Social), o comentado "filme sobre o Facebook". Mas outro dia consegui assistir ao trailer do mais recente trabalho do diretor norte-americano e comecei a mudar de opinião e encarar as coisas de modo mais positivo.
Na verdade, tenho que confessar que fiquei arrepiada ao ouvir a versão de "Creep" que aparece no vídeo, interpretada pelo coral belga Scala & Kolacny Brothers, que até então, apesar de ter vários álbuns lançados, ninguém no lá de cá do Atlântico parecia ter ouvido falar. E, parando para pensar, a música do Radiohead, com esse arranjo bem mais "light", casa perfeitamente com a proposta de The Social Network.
Assista ao trailer no player abaixo e arrepie-se você também:
Na verdade, tenho que confessar que fiquei arrepiada ao ouvir a versão de "Creep" que aparece no vídeo, interpretada pelo coral belga Scala & Kolacny Brothers, que até então, apesar de ter vários álbuns lançados, ninguém no lá de cá do Atlântico parecia ter ouvido falar. E, parando para pensar, a música do Radiohead, com esse arranjo bem mais "light", casa perfeitamente com a proposta de The Social Network.
Assista ao trailer no player abaixo e arrepie-se você também:
The Social Network estréia nos cinemas brasileiros somente no dia 3 de dezembro. Mas lá fora já é sucesso de público e crítica.
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