sábado, 3 de janeiro de 2015

As 20 mais do meu playlist em 2014

2014 foi um ano bastante intenso para mim, de importantes realizações profissionais (de certa forma, também pessoais), mas que me exigiram bastante comprometimento. Assim, como diariamente tenho travado batalhas contra o tempo na tentativa de conciliar todas as minhas atividades  (por que o dia não tem mais horas?), algumas preferências minhas acabaram ficando em segundo plano, como a música e o cinema.

Pois é, não deu pra ouvir muita coisa ano passado. De qualquer forma, o que mais escutei nos últimos 12 meses, segundo o Last.fm, está nas tabelas abaixo.






O que as tabelas indicam? Bem, mostram, que não tenho, é claro, acompanhado muitas novidades e que ouvi bem pouca coisa brasileira. Mas indicam também que, por algum motivo, os anos 1970 têm sido a minha principal referência musical - David Bowie, T. Rex, Led Zeppelin, Pink Floyd, The Doors, Rita Lee (fase Tutti Frutti), etc.

Bowie foi o grande nome na minha parada pessoal em 2014, tendo sido o artista mais executado e tendo também a música mais tocada, "Heroes".

O que será que teremos em 2015?

sábado, 13 de dezembro de 2014

Uma "sinfonia agridoce"

Talvez pelo título você não se recorde, mas, provavelmente, já deve ter escutado a música "Bitter Sweet Symphony", da banda britânica The Verve, em algum momento da sua vida. A canção, que integra o terceiro álbum do grupo, Urban Hymns (de 1997), já foi usada em comerciais de televisão (como uma propaganda de um famoso banco brasileiro) e é muito lembrada por aparecer na sequência final do filme teen Segundas Intenções (Cruel Intentions, de 1999).

Com seus belos violinos, a música mais conhecida do The Verve foi motivo de uma das mais famosas disputas judiciais do mundo pop: os Rolling Stones e seu então empresário Allen Klein acusaram Richard Ashcroft e companheiros de plagiar a música "The Last Time". Como a decisão da Justiça foi favorável aos Stones, Mick Jagger e Keith Richards recebem todos os royalties da melodia - entenda a polêmica envolvendo esse caso no blog do historiador Elton John Farias e ouça a versão instrumental de "The Last Time", que fundamentou a discórdia, para tirar suas próprias conclusões.

Apesar de toda a confusão, "Bitter Sweet Symphony" e seu videoclipe são verdadeiros clássicos. A canção é, sem dúvida, uma das mais marcantes dos anos 1990. Por isso, eu os escolhi para inaugurar a nova seção do blog, "Uma dose de clássicos".


Várias vezes já me peguei andando pela rua e pensando nessa música, lembrando da imagem do Richard Ashcroft caminhando por Londres, inabalável, passando por cima de tudo e todos. Nesta nossa vida, que, como bem resume Ashcroft, é uma "sinfonia agridoce", tentar seguir seu próprio caminho pode ser uma tarefa difícil, mas é algo necessário.

domingo, 2 de novembro de 2014

Ressurgindo...

2014 tem sido um ano bastante movimentado para mim. Ingressei em uma nova graduação, mudei de casa, mudei de trabalho... 

Minha peregrinação diária tem sido tão intensa que pouco tempo me sobra para escrever algo neste blog, largado às traças já há mais de um ano.

Mas, enfim, cá estou eu novamente! 


E em que data escolhi ressurgir, não? 

Bem, espero poder aparecer por aqui mais vezes.

sábado, 13 de julho de 2013

Por um punhado de... rock

"20th Century Boy", uma das melhores músicas do grupo inglês T. Rex é talvez o grande hino do glam rock e, creio, uma espécie de síntese do espírito (meio louco, extravagante e transgressor) dos anos 1970. Diz a canção: 

"Friends say it's fine, friends say it's good
Ev'rybody says it's just like rock'n'roll
I move like a cat, charge like a ram
Sting like a bee, babe I wanna be your man
Well it's plain to see you were meant for me, yeah
I'm your boy, your 20th century toy..."

No tal Dia Mundial Rock - que, aliás, só é comemorado no Brasil (!) -, é interessante lembrarmos de bandas como o T. Rex e de figuras como Marc Bolan, que influenciaram muita gente. 

O rock, penso, assim como toda boa música, deve ser instigante e provocativo. Deve ser desafiador e questionar padrões e normas. Enfim, deve estimular nosso senso crítico e nossa vontade de nos expressarmos. E isso, certamente, o trabalho de Bolan e companheiros consegue despertar em quem os ouve.

Enfim, apreciemos o T. Rex (de preferência, sem moderação):


domingo, 20 de janeiro de 2013

Ashes to Ashes: algumas impressões

"Ashes to ashes, funk to funky...".
 
Em Ashes to Ashes, spin-off da aclamada série Life on Mars, a sombria e intensa Manchester dos anos 1970 dá lugar à Londres colorida e vibrante dos anos 1980. Mas o crime e a corrupção existem em todo lugar, não importa a época, não é mesmo? E quem melhor para combatê-los que o DCI Gene Hunt e seus fiéis escudeiros Ray Carling e Chris Skelton?

Investindo mais na comédia que sua antecessora, Ashes to Ashes, se não agrada a todos os fãs de Life on Mars, revelou-se, ao fim de sua primeira temporada, um ótimo divertimento.

"Eu estou feliz e espero que você também esteja".

* O comentário abaixo contém spoilers. Recomendo assistir aos episódios antes de ler.

 
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