Eu gosto de romances policiais, mas, curiosamente, não li tantos assim. É que os autores deste gênero costumam escrever séries de livros, com um mesmo detetive aparecendo em várias histórias, e realmente nunca tive disposição para acompanhar essas publicações seriadas. Porém, percebo que a literatura policial é muito presente em minhas escolhas literárias (além das cinematográficas e televisivas).
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Das nossas escolhas e afinidades literárias: algumas considerações sobre o romance policial
Eu gosto de romances policiais, mas, curiosamente, não li tantos assim. É que os autores deste gênero costumam escrever séries de livros, com um mesmo detetive aparecendo em várias histórias, e realmente nunca tive disposição para acompanhar essas publicações seriadas. Porém, percebo que a literatura policial é muito presente em minhas escolhas literárias (além das cinematográficas e televisivas).
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Gente como a gente: os dilemas dos personagens de Being Human
Um vampiro, uma fantasma e um lobisomem são amigos e moram juntos em uma casa na cidade de Bristol, tentando levar uma "vida" normal. Sei que esse resumo em uma única frase pode parecer um tanto absurdo, mas é precisamente disso que trata a série britânica Being Human.
Unindo de forma bastante peculiar o drama e a comédia aos elementos sobrenaturais, a série criada por Toby Whithouse oferece uma abordagem original de temas já bastante explorados pela literatura, pelo cinema e pela televisão. Exibida entre os anos de 2008 e 2013 pelo canal BBC Three, Being Human tem como grande mérito conseguir falar ao público jovem sem soar infantilizada e sem cair na chatice do politicamente correto. Através das desventuras de Mitchell (Aidan Turner), Annie (Lenora Crichlow) e George (Russell Tovey) podemos refletir sobre o que nos torna humanos.
* O comentário abaixo contém spoilers. Recomendo assistir aos episódios antes de ler.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
A primeira temporada de Poldark em 2 minutos e meio
Em um vídeo divulgado em seu canal no YouTube, a BBC mostra um resumão da primeira temporada de Poldark, tendo como trilha sonora a música "What The Water Gave Me", de Florence + The Machine. É claro que quem não assistiu à série não vai entender os detalhes, mas as cenas selecionadas permitem ter uma ideia geral do que aconteceu na temporada.
E o mais legal é que a canção de Florence, que faz parte do álbum Ceremonials (de 2011), tem muita ligação com a história de Ross Poldark. Confira no player abaixo:
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Poldark: uma grata surpresa nestas férias
O período de férias da faculdade é um ótimo momento para pôr as séries
em dia e começar a acompanhar séries novas. Procurando na internet episódios de Emma (série de 2009 da BCC), acabei me deparando com o nome Poldark, que despertou a minha curiosidade. A sinopse da série, cuja primeira temporada foi exibida entre março e abril de 2015 pela BBC One, pareceu-me interessante e resolvi baixar o primeiro episódio. Logo fiquei encantada pela história do capitão Ross Poldark (Aidan Turner, trilogia O Hobbit e Being Human), em seu complicado retorno à Inglaterra após lutar na Guerra de Independência dos Estados Unidos.
A primeira temporada da série tem oito episódios e retrata a década 1780 - uma década crucial
para o mundo contemporâneo, por assinalar o início da Revolução
Industrial e o fim do Antigo Regime. Baseada na série de romances históricos conhecida como Poldark Novels (são doze livros!) do escritor inglês Winston Graham, Poldark é uma série que vai agradar a quem gosta de aventura, romance e, é claro, história!
* O comentário abaixo contém spoilers. Recomendo assistir aos episódios antes de ler.
domingo, 17 de janeiro de 2016
Meu top 20 musical em 2015
Em comparação ao seu antecessor, o meu ano de 2015 foi um pouco mais musical. Acho que isso se deve principalmente à minha longa viagem diária (casa - trabalho - faculdade), que me obriga a ficar várias horas dentro de ônibus. Assim, entre os momentos em que admiro a paisagem da Baía de Guanabara (que, sim, tem seus encantos) e me irrito com os engarrafamentos da Avenida Brasil, eu leio, estudo, durmo e, é claro, escuto música.
Pois bem, analisando as faixas que mais ouvi no último ano, de acordo com meu perfil do Last.fm, foi possível notar que quem reinou soberano no campo das minhas escolhas musicais em 2015 foi, surpreendentemente, o INXS.
Mas como isso foi possível? De fato, nunca havia dado muita importância
para os australianos, embora gostasse muito de duas de suas músicas:
"Never Tear Us Apart" e "Devil Inside". "Disappear" eu conhecia por
ouvir pelo rádio e, por algum motivo, essa música me remete à infância,
sempre gostei de escutá-la, mas não sabia de quem era até bem recentemente. E
tem "New Sensation" e "Suicide Blonde", que são bastante conhecidas.
Após assistir à ótima minissérie INXS: Never Tear Us Apart, que
conta a história da banda, tive curiosidade de ouvir mais coisas deles.
Então, comecei a assistir alguns vídeos e baixei a coletânea Definitive INXS.
Descobri pequenas joias - "Beautiful Girl", "Don't Change", "The One Thing", entre outras - e que um baladão que ouvi algumas vezes pertencia a eles: "By My Side". Fiquei surpresa com a quantidade de músicas boas lançadas pelo grupo. Elas têm um tom pop na medida certa, na minha opinião. E o vozeirão de Michael
Hutchance é realmente encantador.
Kick, de 1987, seu álbum mais conhecido, é um discão. E ainda há outros muito bons, como Shabooh Shoobah (1982), X (1990) e Welcome to Wherever You Are (1992). Mas
não vejo as pessoas falando muito do INXS em blogs de música. A banda ficou meio esquecida mesmo. Parece também rolar um certo
preconceito, talvez porque foram sempre mais pop e fizeram
muito sucesso nas paradas e na MTV. Engraçado é que as músicas me soam
interessantes e, em geral, não têm aquele aspecto de que ficaram
"datadas", como ocorreu com as de outras bandas dos anos 80.
Além do INXS, outro fenômeno que pude notar na minha parada musical pessoal de 2015 foi a forte presença da trilha sonora da série True Detective - The Handsome Family, The Black Angels, Bosnian Rainbows e Leonard Cohen. Entre os nomes nacionais, destacaram-se Titãs e Raul Seixas, além dos mais recentes Maglore e Stellabella.
Enfim, sem mais papo, aí estão as tabelas com as 20 faixas mais executadas e os 20 artistas mais ouvidos por mim em 2015.
O que nos reservará 2016?
Além do INXS, outro fenômeno que pude notar na minha parada musical pessoal de 2015 foi a forte presença da trilha sonora da série True Detective - The Handsome Family, The Black Angels, Bosnian Rainbows e Leonard Cohen. Entre os nomes nacionais, destacaram-se Titãs e Raul Seixas, além dos mais recentes Maglore e Stellabella.
Enfim, sem mais papo, aí estão as tabelas com as 20 faixas mais executadas e os 20 artistas mais ouvidos por mim em 2015.
O que nos reservará 2016?
Assinar:
Postagens (Atom)








